A vitória do Flamengo sobre o Emelec, dessa vez, deve ser atribuída à boa atuação individual de alguns jogadores. Sobrou garra, vontade de acertar, mas o time ainda tem de melhorar muito em termos de conjunto e tática.
Éverton Ribeiro foi o grande nome, seguido de perto por Cuellar, Diego Alves, Réver e, quem diria, o lateral Renê. Não era para o Flamengo ter sofrido tanto, especialmente no segundo tempo, quando já vencia por 1 a 0.
Os erros no último passe têm atrapalhado demais as conclusões das jogadas. Vinicius Júnior errou praticamente tudo o que tentou. Diego deixou claro, nesse jogo, que passou a coadjuvante. Apesar do esforço, foi mal. Na maioria das vezes, amarrou a sequência das jogadas, mais atrapalhando do que ajudando.
O Flamengo vai sentir muita falta de Guerrero. É imensa a diferença dele para Henrique Dourado, como ficou evidente, mais uma vez, diante dos equatorianos. A tentativa com Marlos Moreno não deu resultado. Talvez, melhor preparado para exercer a função de falso nove, pode vir a ser mais útil. É um jogador de boa técnica.
Classificado, importante seria uma vitória contra o River Plate, na Argentina, para pegar adversário teoricamente mais fraco na próxima fase. Se ficar em segundo no grupo, a tendência é de enfrentar um que tenha terminado em primeiro. E aí, no sorteio, é torcer por Libertad, Santos ou mesmo Atlético Nacional, que neste ano não está tão bem.
