
Mas eis que o seu Fluminense, remontado mais uma vez, começa a encaixar. Jogou bem nas duas derrotas que teve no Brasileirão (contra Corinthians e Botafogo), teve superação nas vitórias sobre Cruzeiro e Vitória/BA e conseguiu uma boa vitória sobre o Atlético/PR. Além dos 2 a 0, criou outras oportunidades claras e poderia ter vencido por 4 a 2, por exemplo, sem exageros.
E aí não dá para não colocar na conta do Abel. O técnico, até pelas entrevistas dos jogadores, continua com o papel motivador – aquele de cobrar “alma” do time –, mas tem dedicado boa parte dos treinos aos aspectos técnicos e táticos. Está funcionando.
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A janela
A janela de transferências internacionais do ano passado levou Richarlison e acabou com o ataque do Flu. Este ano, a preocupação é com Pedro e Ayrton Lucas. A situação financeira do clube é péssima e não há como segurar jogadores em caso de boas propostas. Será Abel vai ter que montar outro time após a Copa?
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O maior
Cresci ouvindo que a Espanha era chamada de Fúria. Mas o apelido nunca fez sentido, já que as seleções espanholas não faziam mal a ninguém. Isso até a geração bicampeã europeia (2008 e 2012) e campeã mundial (2010) dar as caras. E Iniesta é o maior representante dela.
Craque, sem dúvidas. O maior jogador espanhol que vi jogar. E não creio haver muita polêmica quanto a isso. No mesmo fim de semana em que Buffon, o maior goleiro italiano da história, deixa a Juventus depois de 17anos, Iniesta deixa a sua casa, o Barcelona, depois de 22 anos vestindo a camisa do clube.