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Papo do Dias

O novo Quadrado Mágico

A foto do pôster é mera formalidade para a Copa do Mundo. Mas que já dá uma arrepiada, isso dá! Falta só mais um teste para a Seleção Brasileira ...

Treino da Seleção Brasileira no CT do Tottenham. Philippe Coutinho e Neymar.

Última atualização

Foto Oficial da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo da Rússia (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)A foto do pôster é mera formalidade para a Copa do Mundo. Mas que já dá uma arrepiada, isso dá! Falta só mais um teste para a Seleção Brasileira antes da estreia no Mundial. Será contra a Áustria, em Viena. Não acredito que nada do que aconteça na partida possa mudar as convicções do Tite. Mas quero ver o novo “Quadrado Mágico” do Brasil em ação.

Em 2006, tivemos uma Seleção que seria formidável, não fosse a falta de cabeça de alguns dos principais jogadores. Olha só o timaço: Dida; Cafu, Lúcio, Juan e Roberto Carlos; Emerson, Zé Roberto, Kaká e Ronaldinho Gaúcho; Adriano e Ronaldo. A taça era nossa, sem dúvidas! Mas Cafu e Roberto Carlos não foram bem. E, principalmente, Ronaldinho, Ronaldo e Adriano não quiseram nada com nada. Os dois últimos, muito acima do peso, inclusive. O que seria um espetáculo virou uma decepção.

Agora, temos a possibilidade de ver a Seleção com Willian, Philippe Coutinho, Neymar e Gabriel Jesus. Tudo bem, o quadrado mágico de 2006 era infinitamente superior. Mas comparando com as outras seleções do momento, não há nenhuma delas com um quarteto tão poderoso assim. Curiosamente, somente no último amistoso os quatro vão iniciar uma partida juntos pela Seleção Brasileira.

Tomara que dê certo! A foto do pôster já está feita. Agora é correr atrás para garanti-la no quadro com o hexa nas mãos!

***

Lenda

Maria Esther Bueno inaugura quadra no Centro Olímpico de Tênis, no Rio (Foto: Rio2016/Divulgação)Maria Esther Bueno foi uma atleta muito à frente do seu tempo. Elegante nas quadras, ganhou o apelido de “Bailarina”. E na década de 50, deixou o Brasil para fazer carreira nos Estados Unidos e, depois, na Europa. Algo revolucionário para a época. Não a vi jogar, a não ser por alguns lances de vídeos, mas entendo perfeitamente o seu tamanho na história do tênis.

Sou da geração Guga, aquela que parava tudo para ver o brasileiro extrovertido quebrar protocolos e ganhar fãs pelo mundo afora. Mas sempre aprendi que Maria Esther Bueno estava acima de tudo. E foi  sempre um prazer ouvir os seus comentários nas transmissões da televisão a cabo. Bom descanso, “dona Maria”.

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