
Depois da Copa do Mundo, o Fla entrou em queda livre. Se perdeu apenas um jogo nas 12 primeiras rodadas do Brasileirão, foi derrotado cinco vezes depois da pausa no campeonato por causa do Mundial da Rússia. Caiu da liderança para a quarta colocação, podendo ser ultrapassado ainda pelo Grêmio (escrevo antes do jogo do time gaúcho pela 23ª rodada).
Parece que o ponto de equilíbrio do time passava pelo Éverton e pelo Vinicius Júnior. O primeiro foi para o São Paulo e “acertou” o time por lá. O segundo, para o Real Madrid. E sem o Vinicius Júnior, quem caiu muito foi o Paquetá. Os dois se procuravam em campo e tinham “carta branca” para bagunçar as defesas adversárias e, assim, tirar o gesso do próprio esquema rubro-negro.
O Fla voltou aos tempos de Zé Ricardo. Aqueles tempos dos intermináveis chuveirinhos.
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Perdido
É válida a tentativa de qualquer treinador em admitir o erro e mudar o time. Mas se isso acontece a cada jogo, mostra que, na verdade, o técnico está perdido.
Barbieri não tem mais ideia do que fazer. Um ou dois volantes? Com ou sem centroavante? Dourado serve ou não? Vitinho é ponta ou meia? Lincoln vai ter sequência? Uribe, bom, esse a gente deixa pra lá…
O título da Copa do Brasil pode até acontecer. Os favoritos estão do outro lado da semifinal (Palmeiras e Cruzeiro), mas mata-mata permite surpresas. Porém, mesmo que seja campeão, Barbieri não emplaca 2019 no clube. Isso não cair antes…
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Seleção

Sou de um tempo (nem tão distante assim), que era preciso ganhar títulos e ser protagonista para ir para a Seleção. Saudosismo? Talvez…