Sem perder a esperança, mas já conformado em se limitar à briga por vaga na fase de grupos da Libertadores do ano que vem, o Flamengo só pode pensar em uma vitória sobre o Santos, nesta quinta-feira (15), no Maracanã, pela 34ª rodada do Brasileirão.
O discurso no Ninho do Urubu é de que a matemática ainda permite sonhar com o título.
No entanto, em terceiro lugar, com 60 pontos, o Fla precisa mesmo é fazer a sua parte em casa para não ver o seu lugar no G-4 passar a ser ameaçado, já que Grêmio, quarto colocado, e São Paulo, o quinto, têm 58 pontos cada.
Com o empate de ontem do Atlético/PR com o Vasco, o Flamengo já garantiu, pelo menos, a vaga na pré-Libertadores, já que não pode mais ser alcançado pelo Furacão, primeiro time fora da zona de classificação além do Cruzeiro, que já tem vaga garantida por ser campeão da Copa do Brasil.
Assim, a missão agora é confirma a vaga direta na fase de grupos. Depois de um início promissor, com três vitórias nos primeiros quatro jogos, Dorival Júnior já não vê o seu time vencer há três rodadas: dois empates, com Palmeiras e São Paulo, e a derrota para o Botafogo na rodada passada.
“O Flamengo não vinha oscilando. Por detalhes, os resultados não aconteceram contra Palmeiras e São Paulo. Contra o Botafogo, reconheço que não tivemos um grande dia. Continuo acreditando que as coisas ainda possam mudar. Temos que fazer a nossa parte”, explicou o treinador.
Para o jogo contra o Santos, ele tem de lidar com a ausência de três titulares: Paquetá, Willian Arão e Renê, todos suspensos. Os substitutos dos dois últimos serão Rômulo e Pará, improvisado na lateral esquerda, respectivamente.
Na vaga de Paquetá, o meia Diego é o favorito para reassumir o posto. Porém, com dores na coxa direita desde a derrota por 2 a 1 para o Botafogo, o camisa 10 pode não ter condições de jogo.