Evelyn Brizola, testemunha do caso, voltou à delegacia para fazer o reconhecimento de um dos acusados. Ela foi ouvida pela polícia na segunda-feira.
Evelyn contou que Edison Brittes Júnior a obrigou a limpar as marcas de sangue na casa da família Brittes, e que vestígios do crime foram queimados. Ela disse ainda que não procurou a polícia por ter se sentido coagida.