
Enfim, não foi isso que aconteceu. E encontrei poucas pessoas que demonstraram algum interesse em acompanhar os amistosos contra Estados Unidos, El Salvador, Arábia Saudita, Argentina, Uruguai e Camarões.
Foram seis vitórias. E nenhuma atuação de encher os olhos. Praticamente, a mesma coisa do que aconteceu na Copa do Mundo até a derrota para a Bélgica que eliminou o Brasil nas quartas de final.
Mas houve, sim, pontos positivos. O maior deles: Richarlison.
O capixaba de Nova Venécia, de 21 anos, chegou para ficar. E se começou o período pós-Copa como jogador a ser testado, termina o ano com vaga garantida na Copa América do ano que vem, a principal competição do calendário da próxima temporada. E vou além: os titulares que abram os olhos, pois Richarlison vai brigar por vaga entre os 11!

Em julho de 2017, depois de 19 gols com a camisa tricolor, ele foi vendido ao Watford, da Inglaterra, por 12,5 milhões de euros (cerca de R$ 46 milhões na época). Apenas uma temporada depois, o atacante foi comprado pelo Everton, também da Inglaterra, por cerca de R$ 247 milhões!
A continuar assim, não vai demorar e vai para algum gigante inglês por um valor ainda superior.
Richarlison tem tudo para estourar cada vez mais. Tem bola, tem velocidade, tem força física. Joga em mais de uma posição na frente. Se destacou saindo dos lados para o meio, mas também pode jogar centralizado, fazendo o caminho inverso. E, para completar o pacote, é carismático! Um sonho de consumo para os marqueteiros!
Que continue assim, com os pés no chão, sempre trabalhador e humilde. A torcida por ele só aumenta!
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Menos, Tite

A Copa América do ano que vem acontece no Brasil. E a Seleção vai ter a obrigação de ganhar e jogar bem, não tenham dúvidas.