Eles dedicam a vida para cuidar de pessoas e não medem esforços para salvá-las. No Dia do Médico, comemorado nesta quinta-feira (17), o jornal A Tribuna conta a história dos profissionais da área médica que enfrentaram doenças graves, mas tiveram como anjos da guarda os próprios colegas de profissão.
Um desses casos é do médico cirurgião e diretor técnico do Hospital Unimed, Jailson Luiz Tótola, de 62 anos. Ele, que já ajudou a salvar muitas vidas, teve a sua salva por um colega de profissão, o cirurgião Gustavo Peixoto, coordenador do Centro de Transplante do Hospital Meridional.
“Em 2015, descobri um câncer de fígado e um grau de cirrose. Desta vez, eu que precisei de ajuda, e o transplante foi a minha única chance de vida. Foi a primeira cirurgia que fiz na minha vida e foi um abalo muito grande. Fui para a fila do transplante e, graças a Deus, conheci o Gustavo, que me operou, e hoje posso contar a história”, relatou.
Segundo o cirurgião Gustavo Peixoto, a cirurgia envolvia muitos riscos e operar um médico, na opinião dele, é delicado, devido ao conhecimento que ele possui.
“Costumo dizer que os médicos são os piores pacientes, por causa de seu conhecimento e dos questionamentos que fazem. Já o Jailson chegou para mim com consciência do seu diagnóstico e ele sabia que, para sobreviver, era necessário o transplante. Fico feliz em conviver com ele e saber que está bem”, comentou.
O ginecologista e obstetra do Hospital Metropolitano João Gabriel Nicoletti, de 46 anos, enfrentou problema semelhante. “Passei por um câncer de intestino e tinha risco de morrer. Mas tive uma equipe médica que me atendeu muito bem”, disse.
A médica intensivista neonatologista Vanuza Leal Brito Pinto, de 47 anos, também passou por situações graves de saúde em 2009 e 2016 e foi cuidada pela médica intensivista e coordenadora médica da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Metropolitano, Gianne Sudré.
“Em 2009, tive uma complicação no pós-parto que me levou à UTI. No ano de 2016, tive um novo problema e, mais uma vez, a Gianne cuidou de mim”, contou.
