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Novo governo estuda bilhete único para aquaviário, bicicletas e ônibus

Apostando na integração entre diferentes meios de transporte, o governador eleito, Renato Casagrande, vai estudar a criação de um bilhete único, que ...

Bicicletas compartilhadas, como as existentes em Vitória, devem ser integradas ao sistema de ônibus urbano

Última atualização

Bicicletas compartilhadas, como as existentes em Vitória, devem ser integradas ao sistema de ônibus urbano (Foto: Rodrigo Gavini/AT)

Apostando na integração entre diferentes meios de transporte, o governador eleito, Renato Casagrande, vai estudar a criação de um bilhete único, que poderá servir para pagar tanto a passagem de ônibus quanto do aquaviário e de bicicletas compartilhadas.

A ideia funcionaria assim: imagine sair de casa e pegar uma bicicleta no bairro em que mora para ir até o terminal de ônibus mais próximo. De lá, será possível pegar um coletivo até uma estação do aquaviário e atravessar a baía de Vitória em uma lancha para chegar ao destino.

Segundo o economista Tyago Hoffmann, que faz parte da equipe de transição de Casagrande, o bilhete único metropolitano também contaria com a integração dos sistemas de ônibus de Vitória e Vila Velha ao Transcol.

“Não necessariamente o bilhete único significa o mesmo valor de tarifa para os diferentes modais, pois ainda não sabemos se o aquaviário, por exemplo, terá o mesmo preço. O bilhete único significa que, com o mesmo cartão, a pessoa poderá acessar todos os serviços”, explicou.

Ele ressaltou que, se houver valores diferentes, a pessoa só precisaria complementar com a diferença se quiser pegar mais de um modal no mesmo sentido.

Um projeto que será retomado na próxima gestão e que também deve estar incluído no bilhete único é o bike metropolitano. “Além do modelo de bicicletas compartilhadas, como já existente em Vitória e Vila Velha, será estudado um outro formato que Brasília está implantando”, diz Hoffmann.

A proposta, de acordo com Hoffmann, é que a pessoa possa pegar a bicicleta próximo à sua casa, ir até o terminal, deixar a bike e pegar o ônibus. À noite, ele retorna para a sua casa na bicicleta e não precisa devolver na mesma hora, pagando uma tarifa diferenciada de aluguel de longa duração. Então ele devolveria no dia seguinte.

Essa proposta, chamada de LastMile (última milha), cria essa rede para complementar um trecho da viagem que pode ser tanto de bicicleta como também nos ônibus das linhas alimentadoras.

Veja a reportagem completa sobre o tema na edição desta quarta-feira (17) do Jornal A Tribuna.

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