
De acordo com a defesa, o pedido já havia sido feito no momento da prisão dos dois acusados, entretanto, foi negado pela Justiça do Estado.
“Nós pedimos o habeas corpus logo quando foi decretada a prisão deles. A desembargadora entendeu que o habeas corpus perdeu o objeto e com isso vamos ter que entrar com novo pedido”, disse a advogada.
A advogada informou ainda que devido a demora a problemas enfrentados no caso como a demora no acesso aos autos, o pedido será protocolado em um único documento.
“Os processos são quase 1000 páginas para cada réu. Normalmente nós entramos com um habeas corpus para cada réu. Devido a todo esse problema do caso, demora para ter acesso aos documentos, nós vamos entrar com um pedido só, especificando os dois”, disse Milena

A defesa dos pastores informou também que Juliana continua presa na cidade mineira de Teófilo Otoni e que provalvemente será transferida para o Estado após a entrega do processo por parte deles.
“O processo está indo agora para os outros dois advogados que atuam no caso. Amanhã a ideia é eles subirem para 1ª Vara de Linhares e fazer protocolo de petição. Eles também devem devolver o processo e depois sobem para Vitória para fazer o protocolo de distribuição do habeas corpus”, disse a advogada Milena Freire.