
O alvará de soltura foi expedido na 5ª vara criminal da Serra com a condição de que o empresário compareça em juízo até o quinto dia útil de todo mês para justificar suas atividades. Além disso, Scopel está proibido de manter qualquer contato com os demais investigados no inquérito que o levou à prisão, e de deixar a jurisdição em que reside por mais de oito dias sem autorização judicial.
Adriano Scopel foi preso junto com donos de postos de combustíveis e funcionários na Operação Lídima, deflagrada no último dia 3, pelo Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas e à Corrupção (Nuroc), em parceria com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e o Ministério Público do Espírito Santo (MPES).
De acordo com a Secretaria de Estado da Segurança, os grupos agiam para enganar o consumidor com a venda de combustível adulterado.
As investigações tiveram início quando a Agência Nacional de Petróleo (ANP) encontrou combustíveis fora dos padrões nos mercados do Espírito Santo e de estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Mato Grosso.