
Ela veio. Nomes até então constantes nos principais clubes sumiram do mapa, como Vanderlei Luxemburgo, Emerson Leão e Joel Santana, por exemplo. “Nasceram” jovens treinadores como Fabio Carille, Zé Ricardo, Jair Ventura e outros.
Eis que chegamos ao fim de 2018 e quem termina em alta é… a velha guarda!
Felipão, o mesmo do 7 a 1, volta e é campeão brasileiro com o Palmeiras sem perder um único jogo no Brasileirão! Mano Menezes é campeão da Copa do Brasil com Cruzeiro! Abel Braga é o sonho de consumo de pelo menos três clubes (Flamengo, Santos e Vasco)! Imaginem que correria seria caso Muricy Ramalho decidisse voltar a trabalhar como treinador?
Enquanto isso, da nova geração, poucos estão valorizados. Carille talvez seja o nome mais forte, até porque passou o ano fora do País. Zé Ricardo fez um trabalho regular no Botafogo. Valentim, apesar do título carioca pelo mesmo Botafogo, não convenceu e pode ser dispensado pelo Vasco. Jair Ventura, um dos que terminou o ano passado mais elogiado, fracassou no Santos e no Corinthians. Fernando Diniz não é nem lembrado pelos grandes clubes…

Nem tudo que é mais novo é melhor. A velha guarda ainda tem lenha para queimar. E, talvez, possa ser usada para facilitar a transição. Por exemplo, num cargo dentro do departamento de futebol de suporte aos novos técnicos.
Já a nova geração precisa mostrar mais competitividade. Os discursos são chatos, teóricos, repetitivos. Mas a torcida quer ver o olho brilhar! São lições que todos levam para o próximo ano.
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Feliz Ano Novo!
Entro de férias agora. É hora de recarregar a bateria, traçar novas metas e estudar mais um pouco. Nos vemos antes do início dos Estaduais. Até lá!