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DANÇA

Capixabas em competição internacional de dança

Grupo de bailarinos vai levar congo, capoeira, afro e samba para a Costa Rica com o projeto batizado de “Canto do Beija-flor”

Yuri, karla, Franciny e Ana Paula vão representar o Brasil em festival internacional em setembro

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Motivo de orgulho nacional, a dança brasileira estará muito bem representada fora do país. A Companhia Reverence de Dança já se prepara para embarcar rumo à Costa Rica, em setembro.

Dos dias 9 a 21, três bailarinos e a diretora da escola, Karla Parmagnani, representarão o Brasil no Festival Internacional de Baile “Puente entre Culturas” Passíon Cultural. 

A diretora explica que o projeto a ser apresentado, batizado de “Canto do Beija-flor”, une a brasilidade à cultura capixaba. “O beija-flor é uma ave histórica no nosso Estado e é o símbolo do amor, da graça e da suavidade, assim como a dança”. As apresentações criadas para o evento incluem o congo, a capoeira, o afro e o samba.

As bailarinas Ana Paula Dias, 27, e Franciny Dias, 28, além do sobrenome, compartilham uma trajetória parecida na vida pessoal e na dança. Amigas há quinze anos, as jovens fazem parte da Reverence desde a fundação, em 2015. Para a diretora, o objetivo da companhia é encontrar novas possibilidades de alcançar projetos no universo da dança.

Esta não será a primeira vez das bailarinas em apresentações internacionais. Em 2016, Franciny fez um intercâmbio para Dinamarca, onde estudou ginástica moderna e participou de espetáculos. Já Ana Paula, fez o intercâmbio para o mesmo país em 2018, para estudar dança moderna, se apresentando em países como Alemanha e República Tcheca.

“Procuramos estudar nossa cultura e entender nossa história para colocar em prática na dança, que também é uma forma de conhecimento”, destaca Ana Paula.

Fazendo doutorado em São Paulo, Franciny se alegra com a proporção que o trabalho em equipe alcançou. “É uma emoção muito grande que enxergo como o resultado de algo que começou lá atrás. Não pensávamos chegar tão longe”, afirma.

Já Yuri Valente Cabalini, ou Yuri Satélite, 25, começou na companhia em 2019, dando aulas de hip hop para crianças. Hoje, o público que frequenta as aulas também se estende aos adultos. O jovem comemora sua primeira viagem internacional e conta que encarou desafios. “Nunca dancei samba, mas tive que aprender a sambar para a apresentação. Tem sido uma experiência desafiadora”, contou.

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