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Nada como o dia de um clube após uma vitória. Foi assim que Tchê Tchê foi apresentado no Botafogo. O volante, que assinou contrato até o fim de 2025, vestirá a histórica camisa 6, que já pertenceu ao ídolo Nilton Santos.
Nas primeiras falas como jogador do alvinegro, uma palavra esteve presente em quase todas as respostas: “trabalho”.
“Vejo o Botafogo como um clube grande que é. Para mim é um privilégio estar vestindo essa camisa. Claro que passa por uma reformulação, então requer um pouco de tempo. Mas tenho certeza que o trabalho vem sendo bem feito. Isso foi comprovado no jogo de ontem, uma vitória muito importante”, falou o reforço alvinegro, citando a vitória de 3 a 1 sobre o Ceará, fora de casa.
A tendência é que Tchê Tchê chegue para ser titular. Multicampeão por onde passou, o volante tem como uma das principais características a polivalência dentro de campo – pela direita, pode atuar como meia, ponta ou lateral. No entanto, se depender do jogador, ele sabe bem onde jogará.
“Me vejo como meio-campista. Claro que, se em algum jogo, eu tiver que ficar mais um pouco recuado, vou fazer. Mas me vejo como um segundo meio-campista. Um cara que faz a ligação pro ataque e chega na área, finaliza de fora”, disse Tchê Tchê, que também falou sobre o que já absorveu do novo comandante.
“É um cara que explica muito sobre tática. É uma cobrança bem legal. Explica certinho, cobra o posicionamento. Todo mundo me conhece, sabe a maneira que gosto de atuar. Como eu disse, se tiver algum jogo, faltar alguém, todos sabem que faço várias funções”.
E Tchê Tchê foi além. Sorridente e brincalhão, o volante se emocionou ao falar da relação com o filho e contou o que o primogênito achou da vinda para o Botafogo.
“Ele gosta de ouvir hinos de clube no tablet, que é aonde a criança fica mais tranquila (risos). Ele ficava ouvindo o hino do Botafogo numa versão de funk, sabe até cantar uma parte. Falei até com a minha esposa que foi o destino. Ele tá em BH ainda, perguntou se já estávamos no Rio, se tinha praia… Acho que essa oportunidade foi Deus abrindo as portas para mim”.