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Preta Gil virou símbolo na luta contra a gordofobia e contra o racismo, temas pelos quais ela é frequentemente atacada nas redes sociais. Xingada quando posta de biquíni, sempre em fotos sem retoques, avisa que não vai mudar.
“A gente vive no mundo da edição de imagens, e eu não edito as minhas fotos há anos, porque se fico com a barriga lisa e sem ruga na cara, na internet vai estar lindo, mas e eu com meu espelho, como vai ser? É frustrante, mas não tem outro jeito”, diz, em entrevista para Quem.
Às vezes, ela sente o peso da luta, mas, sem jogar a toalha – como também nunca pensou em desistir da carreira musical. “Jamais pensei em desistir. E eu sou lá mulher disso, gente?”, aponta.
Agora, prepara um disco, ainda sem nome, no qual, pela primeira vez, trará canções compostas em parceria, feitas para o trabalho. É que Preta acreditou, neste tempo todo, que tinha nascido apenas para ser intérprete.