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Saúde

ES acende alerta com aumento de casos de Covid

Em uma coletiva online a Secretaria de Saúde do Espírito Santo explicou o motivo do Estado estar no topo do ranking de casos de Covid.

Foto Beto Morais

Última atualização

O Espírito Santo é o estado brasileiro com o maior número de casos confirmados de Covid-19. O levantamento é do Ministério da Saúde e a conta leva em consideração o percentual de casos positivos a cada 100 mil habitantes. No Estado atualmente esse número é de mais de 32 mil, praticamente um terço da população.

Essa informação foi confirmada pelo subsecretário de Saúdo do Espírito Santo Luiz Carlos Reblin. Ele falou durante uma live no YouTube sobre, mas lembrou essa posição no ranking do Covid acontece porque o Espírito Santo é o estado que mais reporta casos da doença e o que mais testa em todo o território nacional.

“Nós temos uma política que continua ativa de testagem de livre demanda, ou seja, nenhum outro estado têm essa política definida como no Espírito Santo. A livre demanda significa dizer que o morador do Espírito Santo, por iniciativa própria, não precisa de uma requisição ou encaminhamento”, diz.

Reblin também disse que basta somente o cidadão capixaba se dirigir a um posto de saúde ou de testagem de covid para realizar o teste. “É natural que nós tenhamos o maior número de casos identificados, por estado”, afirmou.

O subsecretário alertou que apesar da maioria dos casos serem leves ou até assintomáticos, os casos de internação são graves, e geralmente por não tomarem a vacina contra o vírus.

“A maioria têm acima de 60 anos, os casos internados, e cerca de 85% das nossas internações infelizmente têm ainda alguma falha na vacina, ou falta uma dose, ou não tomou as doses no período adequado, ou não têm nenhuma dose”, explica.

Sobre a atual onda de casos pela nova variante XBB 1.5 que já circula no exterior e que já foi identificada em São Paulo, Reblin disse que ainda não há casos dela no Estado.

“Fazemos um acompanhamento genômico do vírus da Covid, e até o momento não temos nenhuma alteração à variante circulante. Temos a Ômicron como variante, digamos mãe, e suas pequenas subvariantes, mas não temos a XBB 1.5 ainda entre nós”, conclui.

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