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VANDALISMO NO DF

Margareth Menezes fará reunião com Iphan para avaliar obras destruídas

Ministra da Cultura publicou em seu perfil no Twitter mensagens de repúdio aos atos de vandalismo

Margareth publicou em seu perfil no Twitter mensagens de repúdio aos vândalos
Foto de perfil de Agência Folhapress

Agência Folhapress

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A ministra da Cultura Margareth Menezes vai se reunir na tarde desta segunda-feira (09) com técnicos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, para começar o processo de restauro das obras danificadas por vândalos durante a invasão ao Palácio do Planalto.

 
















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Margareth publicou em seu perfil no Twitter mensagens de repúdio aos vândalos. “É urgente avaliarmos os danos e começarmos a recuperação e restauro de todo patrimônio que foi brutal e absurdamente arrasado. Um quadro de Di Cavalcanti destruído a facadas revela tamanha ignorância e violência desses atos abomináveis”, escreveu.

A cantora afirmou que Marlova Noleto, diretora e representante da sede brasileira da Unesco, se pôs à disposição para ajudar com a reforma e recuperação de tudo que foi depredado durante a invasão deste domingo (8).

O analista de infraestrutura Maurício Goulart e os técnicos do Iphan vão trabalhar juntos com um grupo de especialistas e restauradores de obras de arte, diz Margareth.

“Brasília é patrimônio histórico material e imaterial do Brasil e vamos trabalhar unidos para a reconstrução de tudo que foi violado”, publicou ela no Twitter.

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Os radicais danificaram um relógio trazido ao Brasil em 1808 por dom João 6º, o vitral ‘Araguaia’, de Marianne Peretti, e a tela “Mulatas”, pintada em 1962 por Di Cavalcanti. O governo estima que só o trabalho de Di Cavalcanti, o mais importante do Salão Nobre, está avaliado em R$ 8 milhões.

Além disso, a obra “Bandeira do Brasil”, de Jorge Eduardo, de 1995, foi encontrada boiando na água que inundou o térreo do Planalto. No terceiro andar do prédio, “O Flautista”, de Bruno Jorge, e “Galhos e Sombras”, de Frans Krajcberg, também foram vandalizadas. Os golpistas ainda desenharam um bigode semelhante ao de Adolf Hitler num quadro que retrata José Bonifácio.

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