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Após 21 anos da compra da Garoto pela Nestlé, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) deve aprovar a operação com restrições. O caso será julgado nesta quarta-feira (7).
Pessoas que participaram das discussões no conselho afirmam que, para isso, serão impostas três condições: a manutenção dos investimentos na fábrica no Espírito Santo por sete anos; veto à compra de qualquer concorrente que ultrapassem 5% de participação no mercado de chocolates; e a obrigação de não erguer barreiras à importação de chocolate (medidas antidumping).
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A compra foi fechada em 2002, e dois anos depois, o Cade vetou o negócio. A Nestlé foi à Justiça que, em 2005, suspendeu a decisão do Cade autorizando a operação.
Em 2009, a decisão judicial foi anulada determinando que o Cade analisasse o caso novamente.