A mulher suspeita de matar o pai da vice-prefeita de Vitória, Capitã Estéfane da Silva Franca Ferreira (Republicanos), foi ouvida e liberada pela Polícia Civil de Minas Gerais na segunda-feira (4), um dia após o crime, que aconteceu em uma cidade no interior mineiro.
A Polícia Civil não informou o motivo da liberação da mulher, que era companheira de Denevaldo Feliciano Franca, de 50 anos. Além da companheira da vítima, os policiais que registraram a ocorrência também foram ouvidos.
O crime aconteceu na noite do último domingo (3), em Goiabeira, onde Denevaldo morava. A cidade fica próxima ao município de Mantenópolis.
Segundo informações da Polícia Civil mineira, apesar de o assassinato ter acontecido no domingo (3), a perícia só esteve no local na segunda-feira (4), para realizar os levantamentos iniciais.
“Os materiais, que teriam sido usados no crime, foram apreendidos. Os militares que apresentaram a ocorrência, bem como a companheira da vítima foram ouvidos pela PCMG. A autoria e a motivação do crime será apurada pela Delegacia de Polícia Civil em Conselheiro Pena. Detalhes da investigação serão repassados em momento oportuno”, diz o comunicado.
Relembre o caso

O crime foi confirmado pela assessoria de imprensa do prefeito Lorenzo Pazolini nesta segunda-feira (4) e aconteceu na noite de domingo (3) na cidade de Goiabeira, próximo ao município de Mantenópolis, onde o pai da vice-prefeita, Denevaldo Feliciano Franca, de 50 anos, morava.
A suspeita é de que o assassinato tenha sido praticado pela companheira dele.
Ainda segundo a assessoria do prefeito, a Capitã Estéfane saiu do Espírito Santo e foi para Minas para resolver questões relacionados à morte do pai, como velório e enterro.
Ela teria retornado ao Espírito Santo já na noite desta segunda (4).
Em publicação feita em uma rede social na tarde desta segunda-feira (04), a vice-prefeita lamentou a morte do pai. “Ninguém morre enquanto permanece vivo no coração de alguém. Descanse em paz, pai”, disse.
Capitã Estéfane tomou posse no último dia 1º. Ela mora no bairro Joana D’Arc, em Vitória, mas nasceu na cidade mineira de Conselheiro Pena (MG). Em entrevista recente ao jornal A Tribuna, ela contou que o pai trabalhava como ajudante de pedreiro.
Por meio de nota, a Prefeitura Municipal de Vitória manifestou pesar e se solidarizou com a vice-prefeita e familiares neste momento de dor.
A Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) lamentou o ocorrido em nota. A secretaria informou ainda que até o momento não foi contactada pelas forças policiais mineiras, mas caso seja necessário, estaremos à disposição para contribuir no que for possível.