
Diferente da Coronavac e da vacina de Oxford, que têm uma capacidade de produção limitada no Brasil, na nova vacina, o Butantan é o principal desenvolvedor dentro de um consórcio e poderá produzir a maior parte dos imunizantes.
O pedido de autorização para testes contempla as fases 1 e 2 dos estudos, que analisam a segurança e a capacidade de promover resposta imune. A fase da eficácia, que possibilita a solicitação de uso emergencial ou registro definitivo, é a terceira etapa.