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Polícia

Homem é preso acusado de roubar casa na Ilha do Boi e deixar prejuízo de R$ 400 mil

Especializado em furtar casas de luxo da Ilha do Boi, em Vitória, um homem de 34 anos foi preso um dia depois de ter feito mais um alvo no bairro, ...

Última atualização

Especializado em furtar casas de luxo da Ilha do Boi, em Vitória, um homem de 34 anos foi preso um dia depois de ter feito mais um alvo no bairro, dando um prejuízo de R$ 400 mil. Desde o início do ano, ele já tinha invadido pelo menos outras três casas, arrombando portões e escalando muros.

A prisão dele aconteceu na última segunda-feira (25), no bairro Consolação, em Vitória. O acusado, que não teve o nome divulgado, foi reconhecido depois que a polícia teve acesso às imagens de segurança de dentro da casa.

“Ele entrou sem camisa, então dava para ver as tatuagens. Ele tinha sido preso em uma operação no mês de abril, por falsa identidade e falsificação de documento público, então nossa equipe o reconheceu de imediato”, revelou o delegado Gianno Trindade, da Delegacia Especializada de Segurança Patrimonial (DSP).

No furto de domingo, ele entrou na casa escalando e conseguindo um acesso que nem mesmo o dono, um advogado de 39 anos, conhecia. O criminoso levou joias, relógios, e 7 mil dólares.

Na casa do acusado, em Consolação, a polícia encontrou parte das joias e 11 mil reais escondidos embaixo de um colchão. Ele foi preso em flagrante por furto qualificado, e, durante os trâmites da detenção, outras vítimas chegaram à delegacia.

“Para nossa surpresa, fomos recebidos por algumas vítimas que nos trouxeram imagens de videomonitoramento e que reconheceram aquele indivíduo como sendo também autor de outros furtos em residências da Ilha do Boi, desde janeiro deste ano. Com imagens, temos três casos comprovados com a mesma autoria”, disse o delegado.

Por isso, ele teve a prisão convertida de flagrante para preventiva. O acusado já tinha passagens por tráfico, uso de documentos falsos, roubo e porte ilegal de arma de fogo.

Ele costumava agir sozinho e sempre no mesmo horário: “Sempre após o almoço, por volta de 13h30, 14h, o que nos faz crer que ele esperava a vítima almoçar e sair para trabalhar. Já devia estar vigiando as residências, temos imagem dele rondando a região, fazendo um estudo e levantamento”.

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