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Mãe da pequena Ana Beatriz confessa a polícia que matou a bebê asfixiada

Eduarda Silva de Oliveira disse que cometeu o ato extremo porque a bebê não parava de chorar

Na primeira versão para o desaparecimento da filha, Eduarda Oliveira disse que a criança teria sido sequestrada
Foto de perfil de Edilson Vieira

Edilson Vieira

Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, com pós-graduação em Ciência Política pela mesma instituição. Trabalhou com marketing político. Atuou como repórter, produtor, e editor de texto de TV, e ainda como assessor e gerente de comunicação em assessorias de imprensa de empresas públicas. Foi repórter e colunista no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação por 11 anos, nas editorias de Veículos e Economia. Está no Portal Tribuna Online PE desde julho de 2023.

Última atualização


A mãe da bebê Ana Beatriz, de apenas 15 dias, confessou à polícia que matou a própria filha asfixiada com um travesseiro porque a menina não parava de chorar. Eduarda Silva de Oliveira, de 22 anos, confessou à polícia que matou a filha asfixiada com um travesseiro e depois escondeu o corpo em uma sacola e a colocou dentro de um armário.  

Segundo o delegado Igor Diego, em entrevista ao portal GazetaWeb.com. de Alagoas, Eduarda, antes de confessar o crime, contou uma nova versão, afirmando que teria dado a menina para uma pessoa tomar conta. Também já havia criado outras versões, como a do sequestro por um grupo armado que havia levado a criança para Pernambuco e ainda a  estória de que o bebê teria sufocado quando era amamentado.

INVESTIGAÇÃO

Segundo o delegado, como Eduarda Silva de Oliveira percebeu que suas versões não se sustentavam acabou confessando que matou a bebê porque a filha não dormia há dois dias e chorava o tempo todo por conta da “barriga inchada”. Maria Eduarda também reclamou do barulho alto de um bar vizinho à casa dela, em Novo Lino (AL), e que o stress emocoional a levou a cometer o crime.

Apesar da confissão, o delegado afirmou que a polícia irá investigar a veracidade dessa última versão apresentada pela mãe, já que ela havia mudado a narrativa pelo menos cinco outras vezes.

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