
A dona de casa Elisângela Brandão do Nascimento, 32 anos, morreu enquanto aguardava o nascimento da filha Micaelle. A gestante passou quatro dias internada e, na quarta-feira pela manhã, após ser medicada, passou mal e morreu. A filha foi retirada sem vida.
Para o diretor clínico do hospital, o obstetra Joel Alves, não houve negligência. “A paciente recebeu todos os atendimentos e estava evoluindo para o trabalho de parto normal. Houve o agravante e a mãe foi levada para o centro cirúrgico, e a criança foi retirada morta”, esclarece o médico.
A diretora administrativa do hospital, Paloma Portes, explica que os relatórios de cada profissional é para entender o que aconteceu. No entanto, a real causa das mortes só poderá ser confirmada através do exame que está sendo realizando no SVO.
“Se tiver algo a ser corrigido, vamos proceder com as correções”, afirma a diretora. Sobre os medicamentos que a paciente era alérgica, a diretora declara que os profissionais tiveram acesso às informações.
“Ela veio com toda a documentação e tivemos acesso às limitações de medicamentos dela. Tivemos cuidado. As medicações foram tomadas com cuidado, por isso ela ficou em observação”, disse.
Para o marido de Elisângela, o servidor público Márcio Cipriano Araújo, 35, a dona de casa morreu por negligência, uma vez que a mulher deveria ter sido submetida a uma cesárea.