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Médico capixaba apresenta em Nova Iorque técnica inovadora para evitar amputações

Cirurgião vascular é referência internacional em medicina regenerativa aplicada ao tratamento do pé diabético

Médico capixaba apresenta em Nova Iorque técnica inovadora para evitar amputações
- Cirurgião vascular Eliud Duarte Junior
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Nathália Cantarela

Formada em Jornalismo pela Faesa, Nathália escolheu o curso porque ama escrever. Durante o curso também se apaixonou pelo audiovisual, e estagiou apresentando o jornal da faculdade. Após formada, fez curso de imersão no jornalismo e hoje apresenta o Boletim de Notícias, além de escrever para o site.

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O médico capixaba Eliud Garcia Duarte Júnior, membro da Câmara Técnica de Cirurgia Vascular do Conselho Federal de Medicina, foi convidado para participar do maior congresso mundial de cirurgia vascular, que será realizado em Nova Iorque, no dia 21 de novembro. Na oportunidade, ele irá apresentar suas pesquisas e resultados com técnicas inovadoras na prevenção de amputações de membros.

O Espírito Santo desponta como referência na América Latina no tratamento de feridas complexas que podem provocar amputação de membros. O mérito vem de tecnologias inovadoras aplicadas inclusive na rede pública. À frente desse trabalho estão o cirurgião vascular Eliud Garcia e sua equipe. O médico é referência internacional em medicina regenerativa aplicada ao tratamento do pé diabético e de feridas refratárias – que não respondem a tratamentos convencionais.

Doutor Eliud coordena estudos e pesquisas sobre técnicas cirúrgicas inovadoras associadas à medicina regenerativa no Hospital Estadual de Urgência e Emergência (HEUE) São Lucas, além de atuar também na Unimed. “O grande desafio não é apenas tratar o pé diabético, mas preservar a função e a qualidade de vida do paciente, intervindo antes que o dano seja irreversível. As novas tecnologias regenerativas têm mudado o prognóstico de muitos casos que antes terminariam em amputação”, explicou o especialista.

O médico destaca as técnicas de regeneração de tecidos para o salvamento dos membros. “Hoje conseguimos associar técnicas cirúrgicas vasculares avançadas com terapia celular, biomateriais e fatores de crescimento, o que potencializa a regeneração dos tecidos e permite o salvamento de membros em situações antes consideradas sem solução”, destacou.

O trabalho foi reconhecido internacionalmente e o capixaba foi convidado a apresentar suas pesquisas e resultados no congresso em Nova Iorque. O evento reunirá as principais lideranças da especialidade, cientistas e pesquisadores de diversas partes do mundo.




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