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Selfie já causou 330 mortes, diz pesquisa

Uma pesquisa intitulada “Danger Selfies” ou Selfies Perigosas, em português, liderada pelo site Inkifi, apurou que nos últimos 10 anos pelo menos 330 ...

Wu Yongning tinha 26 anos quando caiu do 62º andar de um prédio e se tornou a vítima mais conhecida

Última atualização

Wu Yongning tinha 26 anos quando caiu do 62º andar de um prédio e se tornou a vítima mais conhecida (Foto: Redes sociais)

Uma pesquisa intitulada “Danger Selfies” ou Selfies Perigosas, em português, liderada pelo site Inkifi, apurou que nos últimos 10 anos pelo menos 330 pessoas morreram enquanto tiravam selfies.

A Índia lidera com mais óbitos, acumulando 176 vítimas. Na sequência estão Estados Unidos e a Rússia, com 26 e 19 mortes, respectivamente.

O Brasil também aparece no ranking com 5 acidentes em busca da foto perfeita, todos eles em quedas de cachoeiras, pontes ou penhascos. Das 7 vítimas registradas nas ocorrências, 3 morreram.

Diferentemente do perfil dos acidentes em território brasileiro, no exterior, a maioria das fatalidades aconteceram em linhas ferroviárias. Cerca de 62 pessoas morreram ou ficaram feridas enquanto tiravam esse tipo de foto.

Os penhascos aparecem na segunda colocação com 38 vítimas. Em terceiro, nos cenários mais perigosos, estão os rios: 24 casos.

O site obteve os números de acordo com as notícias publicadas pela imprensa mundial e registradas na Wikipedia, mas deixou claro que outros casos podem ter ficado de fora por não terem sido relacionados às selfies.

Entre os casos listados na pesquisa numérica, alguns chamam a atenção, como o caso do jovem chinês Wu Yongning, de 16 anos, que era conhecido como o “Super-Homem Chinês”. Wu caiu do 62º andar de um prédio enquanto o escalava sem equipamento de proteção, em 8 de novembro de 2017. O acidente em Changsha foi registrado por câmeras.

Na Índia, em 2017, oito homens morreram ao se reunir do mesmo lado de um barco para tirar uma selfie. A tentativa de foto em grupo fez com que a embarcação virasse, em um reservatório perto de Nagpur, fazendo com que todas as vítimas se afogassem.

Entre os casos está o do brasileiro Guilherme Chiapetti, de 22 anos, que morreu em dezembro do ano passado após sofrer múltiplas fraturas e traumatismo craniano na Cachoeira da Onça, no Paraná.

Durante um passeio pela queda d’água, o estudante de direito caiu de uma altura de 10 metros e bateu a cabeça em uma pedra.

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