As distribuidoras de combustíveis, que atuam como atravessadoras, tentam dar demonstração de força, usando aliados na Câmara para tornar uma “audiência pública”, na Comissão de Minas e Energia, uma espécie de palanque contra a venda direta de combustíveis aos postos.
É a reação dos atravessadores à decisão que Jair Bolsonaro tornou pública de autorizar a venda direta para reduzir o preço do combustível.
Ganham sem produzir
O setor de distribuição torna o combustível bem mais caro, que em muitos casos dobra de valor. Pior: sem produzir uma gota de nada.
Situação absurda
Bolsonaro explicou o absurdo que obriga o etanol “viajar” horas para ir e voltar do distribuidor e abastecer o posto próximo à porta da usina.
Atravessadores cínicos
O caminhão vai ao distribuidor apenas para trocar a nota fiscal por outra, de valor bem maior, e seguir para entregar o produto ao posto.
Resistência do atraso
Atravessadores reagem também a várias decisões judiciais, ao Cade e a parecer técnico da própria Agência Nacional do Petróleo (ANP).
“Vaquinha” ajuda deputado a preservar privilégio
Além da saia justa de ser o único deputado do Partido Novo a receber o obsceno auxílio-moradia, alegando não poder abdicar do benefício, o deputado Alexis Fonteyne (SP) enfrenta agora outro constrangimento.
É que os militantes do Novo preferem bancar do próprio bolso auxílio-moradia do deputado, já que ele não abre mão do privilégio. Já no primeiro dia, o site vakinha.com.br arrecadou 500 reais.
Dinheiro na veia
Poucos meses após sua posse, Alexis Fonteyne já recebeu da Câmara, até agora, R$ 14 mil a título de auxílio-moradia.
Dá até vergonha
O assunto deve envergonhar o deputado, que evitou comentar a vaquinha para sua mordomia, apesar da insistência da coluna.
Infame privilégio
Cada deputado federal recebe, se quiser, e o deputado Alexis Fonteyne quer, o que os trabalhadores não têm: até R$ 4,3 mil mês para aluguel.
Melancias se ajeitam
Pelo tom das risadas ouvidas durante a reunião dos presidente dos três poderes no Palácio Alvorada, na terça-feira (28), dava para perceber que as melancias estavam se ajeitando no caminhão.
Senadores não gostam
Um grupo de senadores discutiu na residência oficial do Senado a implantação do parlamentarismo, como propõe o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Mas Davi Alcolumbre considera a proposta inapropriada.
Aécio desembarca
A vida do deputado Aécio Neves não anda fácil. Sua expulsão no PSDB é dada como certa. Com futuro indefinido, o neto de Tancredo está perto de fechar sua filiação ao PPS.
Barba, cabelo
Assíduo da barbearia do Senado, Jorge Kajuru (PSB-GO) faz a barba discutindo futebol e política sempre com bom humor. E o senador ainda discute com a turma seus projetos. Virou sensação do lugar.
Deputado conectado
O deputado Alexandre Frota (PSL-SP) tem virado atração na Câmara. Na terça, ele dava dicas a um grupo no Salão Verde sobre como gravar vídeos para as redes sociais. Domina isso como ninguém.
Título rejeitado
A Câmara Legislativa do DF rejeitou projeto de decreto legislativo do ex-deputado Wellington Luiz que concedia título de Cidadão Honorário de Brasília ao ex-presidente Michel Temer. A decisão foi unânime.
Frenlogi sai hoje
Será instalada nesta quarta-feira (29) a Frente Parlamentar de Infraestrutura & Logística, presidida pelo senador Wellington Fagundes (PR-MT), com a presença de Davi Alcolumbre e do ministro Tarcísio de Freitas (Infraestrutura).
Viajando bem
A Câmara gastou R$ 1,87 milhão em viagens oficiais. O deputado recebe diárias em missão oficial. Nas nacionais, R$ 524,00. Nas internacionais, a diária é US$ 428 (R$ 1.720) para Europa e Estados Unidos.
Pensando bem…
…nada que um bom café da manhã no Alvorada não resolva.