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Cláudio Humberto

Projeto maluco quer “deletar” vultos da História

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou em primeiro turno um projeto de lei maluco, primor de intolerância e obscurantismo, que determina a ...

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Redação Jornal A Tribuna

Reportagens produzidas pela equipe de jornalistas da Rede Tribuna, publicadas no jornal A Tribuna.

Última atualização

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou em primeiro turno um projeto de lei maluco, primor de intolerância e obscurantismo, que determina a substituição de monumentos e homenagens na capital paulista “que façam menções a escravocratas”. Isso significa, na prática, que até o Palácio Anchieta, onde funciona a Câmara, vai ter que mudar de nome porque ONGs racialistas e ignorantes resolveram acusar o padre, importante personagem da História do Brasil, de “defender a escravidão”

Cacoete fascista

No falecido regime da URSS, ditadores costumavam falsificar a História “apagando” figuras que caíam em desgraça das fotos ao lado do ditador.

Inacreditável

Se aprovada a maluquice, até o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado de São Paulo, teria que mudar o nome.

Estupidez tem votos

Quem acha que isso ficará inscrito no anedotário político, esse projeto de uma vereadora do Psol foi aprovado por 30×14 votos em primeiro turno.

Ninguém merece

Vereadores deram dois votos a mais que o necessário, na aprovação em 1º turno. Se obtiver 38 em 2º turno, seguirá para sanção do prefeito.

EUA afrouxam e México aperta regras para brasileiros

No mesmo dia em que o governo dos EUA anunciou 8 de novembro como a data da reabertura para brasileiros, o México publicou o rascunho da nova lei migratória que passa a exigir vistos de cidadãos brasileiros. O México deixou de exigir vistos de cidadãos do Brasil em 2004, mas desde julho deste ano sofre pressões do governo Joe Biden para apertar o cerco a imigrantes brasileiros, especialmente os ilegais.

Recorde negativo

O número de brasileiros presos na fronteira do México com os EUA bateu recorde desde o início da pandemia: mais de 46 mil só em 2021.

Mês e meio

A expectativa no México é que a nova lei seja publicada no Diário Oficial de lá daqui 30 dias e entre em vigor dali a 15 dias.

Confirmado

O governo mexicano disse à agência Reuters que informou o governo brasileiro, através do Itamaraty, da mudança na lei migratória.

Direito a voto

Arthur Lira revelou que foram realizadas conversas e que a Câmara ouviu e acatou sugestões para a PEC que altera a composição do CNMP, “mas não são os procuradores que votam no plenário”, diz.

Ninguém aguenta mais

A alta inclemente dos combustíveis volta a ser tema de debate na Câmara, na Comissão de Defesa do Consumidor. De janeiro e setembro os preços subiram 28% no diesel, 32% na gasolina e 27% no gás.

Frente para a plateia

A mutação para frente parlamentar da CPI da Pandemia será a 16ª criada a partir do Senado, mas somam-se a outras 345 frentes (para deputados e senadores) criadas na Câmara.

Patamar celebrado

O ministro das Comunicações, Fábio Faria,  comemora o fechamento da bolsa brasileira no maior patamar em um mês. “O índice avançou 1,29% e, até agora, o saldo de outubro é positivo 3,31%”, disse o ministro.

Sem igualdade

Segundo os cartórios de registro, em todas as faixas etárias abaixo de 90 anos, mais homens morreram de covid que mulheres. Entre 40 e 49, por exemplo, a diferença passa de 50%: 32,5 mil homens e 20 mil mulheres. 

Tá fácil para ninguém

Disparou o número de brasileiros presos na fronteira do México-EUA, e não eram apenas pessoas humildes que apostam tudo. Alguns levavam até US$ 30 mil em espécie, bolsas caras e cartões platinum.

Ritmo mantido

Mesmo incluindo o feriadão, o Brasil ainda mantém média superior a um milhão de doses aplicadas por dia e superou 156 milhões de pessoas vacinadas com ao menos uma dose. Mais de 73% da população.

Ligação China/Brasil

A China movimenta o comércio global, ainda assim o custo de produção chinês disparou 10,7%; maior desde 1995. Resultado: a demanda do minério de ferro despencou e o preço caiu a níveis de “lockdown”.

Pergunta na estatal

Gasolina a R$ 7 ainda é para pagar a conta da corrupção nos governos petistas?

Poder sem pudor

Contra o crédito

Ministro da Fazenda do governo JK, José Maria Alkmin andava preocupado com a escalada da inflação e decidiu adotar medidas para combatê-la. Fez mais: iniciou uma campanha contra o crediário, para ele, inflacionário. 

A Associação Comercial do Rio de Janeiro não gostou, claro, queixando-se ao presidente. JK convocou Alkmin, que logo se explicou: “Mas, presidente, a minha campanha é contra as compras a prestação e não contra as vendas…”

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