
A área onde a indústria seria instalada havia sido concedida pela prefeitura. No espaço, a empresa chegou a iniciar obras de terraplanagem, mas, com 10 anos de atraso para o início da instalação de estruturas, a decisão foi por suspender a concessão do terreno, segundo o prefeito da cidade, Jones Cavaglieri.
O empreendimento foi, por mais de 10 anos, considerado estratégico para o desenvolvimento do Espírito Santo. Seria voltado à produção do material chamado tissue, para guardanapos e higiene íntima, utilizando como matéria-prima a celulose da então Fibria, hoje Suzano.
Mas, ironia do destino, a fábrica de papel ficou mesmo só no… papel.
