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Integrantes do governo pretendem criar uma espécie de quarentena para servidores públicos que queiram se candidatar a cargos políticos.Pela proposta, ...

Última atualização

Integrantes do governo pretendem criar uma espécie de quarentena para servidores públicos que queiram se candidatar a cargos políticos.

Pela proposta, ocupantes de carreiras de Estado terão de se afastar de seus postos e esperar um prazo determinado antes de disputar uma eleição. A ideia foi levada a auxiliares de Jair Bolsonaro com a sugestão de ser incorporada à reforma administrativa. A mudança reforça a tese da equipe econômica de que o servidor não pode ter vínculo partidário.

Impedimento
Pela proposta, devem ser atingidos servidores do Executivo, como policiais federais, defensores públicos, auditores fiscais e analistas do Banco Central. Procuradores e juízes obedecem regras que regem o Judiciário e o Ministério Público.

Tenho a força
Com os sinais de que Lula vai explorar a piora nas condições de trabalho e de vida do brasileiro, a equipe de Paulo Guedes (Economia) ensaia vacinas. Diz que o País está se reerguendo, com taxas de juros na mínima histórica e dados positivos no setor produtivo, como o aumento na fabricação de veículos e nas encomendas de Natal.

Tenho a força II
Outro ponto salientado é que o governo liberou dinheiro, como no caso do FGTS e do 13º do Bolsa Família, e não cortou benefícios. Decidiu, por exemplo, não mexer nas regras de reajuste do salário mínimo, nem reduzir a fatia constitucional do Orçamento para saúde e educação.

Corra Lola
Deputados que trabalham para acelerar na Câmara a tramitação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da prisão após condenação em segunda instância anteciparam a ida a Brasília para ontem.

Sob pressão
Esses parlamentares vão trabalhar para convencer alguns partidos, principalmente os de centro, a fechar questão à favor do projeto. A articulação, acreditam, pode dar força ao avanço da PEC. “Os brasileiros de bem querem e esperam isso”, diz Pedro Lupion (DEM-PR).

Devagar com…
A ala do Supremo que votou para derrubar a possibilidade da segunda instância ainda não vê ambiente político para que os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), levem o tema para frente.

…o andor
Dizem que os atos de sábado não foram expressivos a ponto de encurralar a cúpula do Congresso.

Acelerado
Rodrigo Maia tem dito que pretende levar ao plenário da Câmara o pacote anticrime do ministro Sergio Moro (Justiça) nas próximas duas semanas. O relatório da comissão que analisou o projeto foi entregue ao presidente na semana passada. Ele pretende acertar com os líderes a data da votação o quanto antes.

Meus sinais
Uma ala do Congresso acredita que a apreciação célere do pacote de Moro — embora desidratado — pode arrefecer o clima de cobrança social em relação aos parlamentares.

Caravana
A direção do PT prepara a primeira viagem do ex-presidente Lula para o Nordeste. Será no próximo dia 17, para Recife, onde ele deve participar do Festival Lula Livre. O show com artistas como Odair José e Marcelo Jeneci já estava programado antes de o petista deixar a prisão.

Caravana II
A expectativa, agora, é que o evento seja transformado em um ato de comemoração pela liberdade do ex-presidente e que ele aproveite o palco para agradecer e falar ao povo nordestino.

Pelo mundo
Hoje Lula vai falar com personagens da política internacional que celebraram sua saída da prisão, como o senador americano Bernie Sanders e Alberto Fernández, recém-eleito presidente da Argentina.

Limites
Advogados do grupo Prerrogativas preparam uma representação na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) contra Modesto Carvalhosa. Em ato na avenida Paulista, no sábado, ele usou seu discurso para atacar ministros do Supremo e dizer que a decisão da corte sobre a segunda instância foi um “golpe de Estado”.

Limites II
“Eles são bandidos”, gritou Carvalhosa, do carro de som, sobre os seis integrantes que votaram pela execução da pena somente quando o processo transitar em julgado — o fim dos recursos.

Tiroteio
“O que aconteceu na Bolívia tem nome: golpe militar. Em pleno século XXI. Abre-se um precedente perigoso para o continente”. De Guilherme Boulos (PSOL), sobre Evo Morales ter renunciado à Presidência da Bolívia após pressão das Forças Armadas.

Publicação simultânea com a Folha de São Paulo

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