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Sexo & Saúde

E quando precisa ser cesárea?

Os benefícios do parto normal são cada vez mais debatidos no meio obstétrico e fora dele. De fato, esse tipo de parto traz o benefício de uma ...

A ginecologista Lorena Baldotto destacou que o novo contraceptivo pode ser usado com camisinha ou diafragma

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Os benefícios do parto normal são cada vez mais debatidos no meio obstétrico e fora dele. De fato, esse tipo de parto traz o benefício de uma recuperação mais rápida, além de inúmeros benefícios para a saúde do bebê. Porém, em alguns casos, essa indicação não pode ocorrer de forma alguma e precisamos recorrer a uma cesariana, algumas vezes de urgência. Você sabe quais são essas indicações? Fica aqui que eu vou explicar.

Algumas condições podem provocar a necessidade de uma cesárea para proteger a saúde da mãe e do bebê e é importante que o casal esteja aberto a uma mudança nos planos.

Confiar em seu médico é o primeiro passo, já que ele dirá o melhor caminho a seguir. Um problema que pode exigir mudança nos planos é quando a mulher apresenta placenta prévia.

Já ouviu falar disso? Então, durante a gravidez a placenta se move conforme o útero se estende e cresce. No geral, ela fica mais baixa no início da gestação e, com o passar dos meses, se movimenta para cima.

No terceiro trimestre, a placenta deve estar perto do topo do útero, de modo que o colo do útero tenha um caminho claro para o parto.

Mas e se a placenta ainda estiver baixa? Se ela estiver muito próxima ao orifício interno do colo, implantada parcialmente ou totalmente sobre ele, acontece o que chamamos de placenta prévia, e essa condição pode aumentar o risco de hemorragia antes ou durante o parto.

Outra situação que exige a realização de uma cesariana é quando ocorre o prolapso de cordão, que é quando o cordão umbilical sai antes do bebê. Essa condição é gravíssima, pois, com o cordão saindo antes, o bebê para de receber sangue e pode morrer no meio do parto.

O descolamento de placenta, que é quando a placenta solta sozinha com o bebê ainda na barriga, e a ruptura uterina também são considerados problemas graves e podem exigir cirurgia. Nesses casos, é necessário fazer o parto o mais rápido possível para salvar a vida da mãe e do bebê.

Condições como hipertensão gestacional, diabetes e outras doenças crônicas da mãe estão na lista das situações que precisam ser acompanhadas de perto e também podem exigir uma cesariana.

Para que o médico tenha todas essas informações, é fundamental que a gestante tenha feito todo o acompanhamento pré-natal. E isso é fundamental, viu?!

O risco de morte materna e fetal tem diminuído ano após ano no Brasil e no mundo devido à realização do pré-natal e aos modernos meios de diagnóstico e de tratamento atualmente existentes, mas as mulheres que não recebem o acompanhamento adequado durante a gravidez e o parto têm maiores chances de complicações.

Portanto, não deixe de fazer um pré-natal adequado. Enfim! Apesar do tipo de parto ser um fator primordial a se decidir, o mais importante é que o bebê chegue ao mundo com saúde e em um ambiente cheio de amor e afeto! Te vejo no meu insta @dra.lorenabaldotto_sexologa para falar sobre esse e outros assuntos. Me segue lá!

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