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Espírito Santo rebate Ministério da Saúde sobre falta de seringas e agulhas

O governo do Estado rebateu o ofício enviado pelo Ministério da Saúde ao Supremo Tribunal Federal (STF) que coloca o Espírito Santo entre os sete ...

Espírito Santo rebate Ministério da Saúde sobre falta de seringas e agulhas
- Vacina contra a Covid-19 tem sido testada em diversos

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Vacinação  (Foto: Arquivo/AT)O governo do Estado rebateu o ofício enviado pelo Ministério da Saúde ao Supremo Tribunal Federal (STF) que coloca o Espírito Santo entre os sete estados que não têm estoque suficiente para concluir as primeiras fases da vacinação contra a Covid-19 no País.

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo (Sesa) informou que está preparada para vacinar toda sua população alvo contra a Covid-19 e que não procede a informação de que o Estado estaria com dificuldades para atender a demanda inicial da vacinação.

“A Sesa/ES ressalta que o Ministério da Saúde repassou informações infundadas ao STF em resposta a ação que proibia a União de requisitar seringas e agulhas compradas pelo estado.

Atualmente, o Espírito Santo conta com 1,7 milhões de seringas em estoque, e adquiriu 6 milhões que serão entregues de forma fracionada até o final de janeiro. É importante frisar que o processo foi finalizado em outubro de 2020 – antes da crise estabelecida por possível falta do insumo no mercado.

Além dos 6 milhões, a Sesa ainda tem outro processo de aquisição tramitando para a compra de mais 10,5 milhões de seringas através de Ata de Registro de Preços”, diz o texto enviado pela assessoria da pasta.

Acre, Bahia, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco e Santa Catarina são os outros estados citados no documento e que, de acordo com ministério, precisam adquirir insumos para começar a vacinação.

O Ministério da Saúde informou ainda que, somados os estoques de todos os estados, são 80 milhões de seringas e agulhas disponíveis para o início da campanha de imunização.

De acordo com a pasta, a campanha de imunização começará simultaneamente quando todas as capitais tiverem recebido as doses da vacina. A distribuição deve ocorrer em até cinco dias após a aprovação da Anvisa.

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