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Estado confirma transmissão comunitária da variante P1 da Covid

Ao fazer uma análise do cenário da Covid-19 no Espírito Santo, o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, confirmou, nesta segunda-feira (10), ...

Estado confirma transmissão comunitária da variante P1 da Covid
- Mulher usa máscara contra o novo coronavírus

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Mulher usa máscara contra o novo coronavírus (Foto: Freepik)

Ao fazer uma análise do cenário da Covid-19 no Espírito Santo, o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, confirmou, nesta segunda-feira (10), que a variante P1, detectada ainda no início deste ano, em Manaus, no estado do Amazonas, já está na fase de transmissão comunitária no Estado.

“Nós já identificamos a transmissão comunitária da variante P1 dentro do nosso Estado, em estudos feitos pela Rede Privada e também pelo Laboratório Central (Lacen/ES). De maneira que a variante P1 circula no Estado, junto à variante P2, à variante inglesa. Elas povoam o rol de variantes desta doença (Covid-19), que hoje ameaça toda a estabilidade do Espírito Santo, no que se diz respeito ao possível controle da pandemia”, afirmou Nésio.

Durante a coletiva, o secretário disse ainda que não está descartada a possibilidade de uma terceira onda acontecer no Estado, principalmente, por conta das variantes da Covid encontradas no Estado. No entanto a população idosa, devido à vacina, não correria riscos maiores. A preocupação agora é com os mais jovens.

“Diante da possibilidade de termos novas expansões da pandemia, seja pela desobediência civil, pela exposição a variantes já conhecidas, e em um contexto em que as variantes já foram identificadas no Estado, devemos esperar uma nova onda, que deve ter um impacto menor na população idosa, pelo alcance da vacinação”, disse Nésio.

Ele completou: “Novas variantes têm uma predileção por não idosos. Elas podem representar um risco para a nova expansão da pandemia. De maneira que havendo um rejuvenescimento do perfil das internações pela pandemia, nós podemos ter um cenário crítico semelhante aquele visto em outros territórios do país, onde predominaram a internação de pessoas jovens e adultas (+30 anos)”.

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