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Coronavírus

Estado tem redução de 26% dos casos nas últimas semanas

O Estado já começa a enfrentar a fase de desaceleração no comportamento do coronavírus. Dados da Secretaria de Estado da Saúde apontam uma redução de ...

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O Estado já começa a enfrentar a fase de desaceleração no comportamento do coronavírus. Dados da Secretaria de Estado da Saúde apontam uma redução de 26% no índice de casos confirmados de coronavírus, em relação aos últimos 14 dias.

Os números – apresentados nesta terça-feira (25), durante uma coletiva de imprensa – mostram que o Estado se aproximou ao patamar registrado no final de maio, o que indica o comportamento de queda na curva de casos. Atualmente são 106.494 casos positivos e 3.045 óbitos pela covid-19.

Sobre o número de óbitos, nos últimos 14 dias, o Estado registrou uma queda de 18%. 

Durante este período de 14 dias, os dados sobre casos confirmados apontam que 27% são da Grande Vitória e 73% estão no interior. Já o índice de óbitos acumula 35% da Grande Vitória contra 65% do interior.

“A pandemia ainda não acabou. Temos ainda uma grande jornada até chegar uma vacina. As apostas laboratoriais não se mostraram eficientes no tratamento da doença e não reduziram o número de casos graves”, reforçou o subsecretário Luiz Carlos Reblin.

Reblin, no entanto, destacou que “o pior já passou”, mas o combate ainda está longe de acabar.

“Apesar de termos passado pelo momento mais grave, é preciso seguir com o respeito às regras estabelecidas. As aglomerações ferem o regramento estabelecido para um determinado espaço social. Sem essas regras, colocamos em risco tudo o que conquistamos até aqui”, afirmou o subsecretário, que fez uma menção aos fatos registrados no último final de semana, onde houve registro de aglomerações na região do Triângulo das Bermudas, em Vitória.

“Restaurante pode funcionar até um determinado horário, com afastamento de mesa, com lotação máxima determinada. Fugir destas regras é trazer para si, para o proprietário e para quem frequenta, uma responsabilidade de consequência. O dano à saúde vai ser conhecido por todos. O que temos visto na sociedade, nos últimos dias, é de responsabilidade de todos. Não podemos concordar com a quebra destas regras”, destacou.

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