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Coronavírus

Indústrias no Estado se articulam para comprar vacinas para funcionários

Indústrias do Espírito Santo estão se movimentando para comprar doses de vacinas contra a covid-19, de laboratórios que não possuem contratos com o ...

Indústrias no Estado se articulam para comprar vacinas para funcionários
- Dose de vacina contra a Covid-19

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Indústrias do Espírito Santo estão se movimentando para comprar doses de vacinas contra a covid-19, de laboratórios que não possuem contratos com o Ministério da Saúde, para que funcionários possam ser imunizados contra a doença. Uma lei que autoriza esta negociação, elaborada pelo presidente do Senado Rodrigo Pacheco (DEM-MG) e aprovada no Congresso Nacional, foi sancionada esta semana pelo presidente Jair Bolsonaro.

No Espírito Santo, a iniciativa de compra destas vacinas contra a covid junto aos laboratórios está sendo capitaneada pela Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), em parceria com a Confederação Nacional das Indústrias (CNI). Indústrias capixabas – em parceria com as federações de Santa Catarina e Minas Gerais – estão fazendo um levantamento de quantas doses seriam necessárias para vacinar a força de trabalho. As três federações vão se unir para fazer a compra dos imunizantes.

“Essa atuação em conjunto amplia nossa capacidade de interlocução com os fabricantes. Vamos trabalhar de forma coordenada com diversas instituições públicas e privadas para remover os entraves logísticos que representem obstáculo à imunização. Nosso foco agora é a mobilização para imunizar todos os brasileiros até setembro deste ano”, afirmou a presidente da Findes, Cris Samorini, por meio de nota.

Apesar deste levantamento e do processo de compra, a vacinação dos funcionários das indústrias não deve acontecer em um tempo tão breve. A lei sancionada por Bolsonaro estabelece que, enquanto houver grupos prioritários, todas as vacinas compradas por empresas sejam integralmente repassadas ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Concluída esta etapa nacional, o setor privado poderá ficar com metade das vacinas comprada desde que as doses sejam aplicadas gratuitamente. A outra metade deverá ser remetida ao SUS.

Na última semana, a Findes aderiu ao Movimento Unidos pela Vacina, uma iniciativa apartidária que pretende assegurar a vacinação de todos os brasileiros até setembro deste ano.

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