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Mais vacinas devem chegar ao Espírito Santo em até 3 semanas

Com a missão de reduzir o número de mortes que se somam a cada dia no Estado, a vacinação contra o novo coronavírus (Covid-19) já foi iniciada. Ainda ...

Mais vacinas devem chegar ao Espírito Santo em até 3 semanas
- Vacinas contra coronavírus chegam ao Espírito Santo

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Doses da Coronavac que já estão no Estado: 48 mil pessoas serão imunizadas contra Covid na primeira fase (Foto: Rodrigo Araújo/Governo ES)Com a missão de reduzir o número de mortes que se somam a cada dia no Estado, a vacinação contra o novo coronavírus (Covid-19) já foi iniciada. Ainda com doses insuficientes para imunizar grupos prioritários, a previsão do governo é de que mais vacinas cheguem em até três semanas, no início de fevereiro.

O secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, afirmou que, nas próximas duas ou três semanas, uma nova remessa, ainda pequena, deve chegar ao Estado para reforçar a vacinação.

Para que isso aconteça, ele enfatizou que é necessário que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorize o segundo lote da Coronavac, do Instituto Butantan, e que se resolva o impasse na importação das doses da vacina de Oxford, que virão da Índia.

A coordenadora do Programa Estadual de Imunizações e Doenças Imunopreveníveis da Secretaria de Saúde, Danielle Grillo, explicou que o próximo grupo a ter a vacinação iniciada dentro da primeira fase deve ser o de idosos acima de 75 anos em geral, que somam mais de 155 mil pessoas.

Além disso, será dada a continuidade da vacinação dos trabalhadores da saúde, já que estão sendo imunizados aqueles da linha de frente.

“A vacinação desses grupos ainda irá depender da quantidade de doses que serão disponibilizadas pelo Ministério da Saúde”.
Ela explicou que o governo federal também é quem define, de acordo com o quantitativo de doses, quais serão as prioridades dentro dessa primeira fase.

A professora da Universidade Federal do Espírito Santo e epidemiologista Ethel Maciel explicou que a chegada de mais doses depende de alguns fatores.

“Temos 2 milhões de doses que sabemos que irão chegar da Índia, da Astrazeneca (de Oxford), e temos mais de 4 milhões de doses que estão no Instituto Butantan esperando uma aprovação da Anvisa”.

Mas a epidemiologista enfatizou que o que falta para que o País tenha uma quantidade de doses maior, para ter uma campanha mais robusta, é a chegada do insumo farmacêutico ativo (IFA), que virá da China, para o Instituto Butantan e para a Fiocruz, para que se inicie a produção das vacinas em solo brasileiro.

Vacinação contra coronavírus (Foto: AT)

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