
Para Hideraldo Cabeça, 1º secretário do CFM, a Covid-19 trouxe uma nova carga de estrutura – em caráter de necessidade – mas também evidenciou parte do déficit de estrutura que existia na rede.
“Já sabíamos dessa deficiência (no SUS), o que está ligado também à fila de espera por leitos e de procedimentos eletivos. A pandemia veio deixar essa dificuldade existente na saúde de fácil percepção”, disse.
O CFM alerta, porém, para o risco de nova queda no total de leitos em breve – quando a pandemia for cessando.
Isso ocorre porque, além de uma expansão de leitos em unidades fixas da rede, a epidemia estimulou a abertura de hospitais de campanha, tidos como provisórios – não há dados de quanto eles representam do total.
Para Hideraldo Cabeça, é preciso avaliar agora a possibilidade de absorver os leitos onde a expansão ocorreu dentro ou próximo de infraestrutura existente – como é o caso do Espírito Santo.