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Coronavírus

Primeiros presos passam por teste de coronavírus no Espírito Santo

A Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) já testou 13 presos que estavam com sintomas de Covid-19, mas nenhum resultado foi positivo. Há um alerta ...

Última atualização

A Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) já testou 13 presos que estavam com sintomas de Covid-19, mas nenhum resultado foi positivo. Há um alerta nos presídios, já que 3.060 presos se enquadram no grupo de risco do novo coronavírus. Desse montante do grupo de risco, 429 são idosos, o que representa 1,94% do total de internos.

Presidiário dentro de cela (Foto: Reprodução)Para evitar a contaminação e disseminação de Covid-19 no sistema prisional, a Sejus determinou a suspensão das visitas aos detentos, bem como das atividades laborais externas dos custodiados desde 1º de abril. Segundo a pasta, a decisão leva em consideração o aumento dos casos da doença no Espírito Santo.

“Seguindo as diretrizes do Governo do Estado, fomos tomando medidas responsáveis e graduais. Primeiramente, restringimos o número de visitantes, seguido pela suspensão de algumas atividades laborais. O presente momento, de transmissão comunitária, demanda ainda mais cuidados pela saúde dos presos, dos visitantes e da nossa equipe. Queremos reforçar que essa é uma medida temporária e proativa, considerando que não temos caso suspeito ou confirmado da doença no sistema prisional”, já chegou a relatar o subsecretário do sistema prisional, Alessandro Ferreira.

Os familiares dos presos que, nesse período, precisarem de alguma informação podem entrar em contato via e-mail com a unidade prisional.

Liberações

Em meio à pandemia do novo coronavírus, foram proferidas decisões concedendo prisão domiciliar a 150 presos do regime semiaberto com tornozeleira eletrônica, para minimizar as chances desses internos contraírem Covid-19. A informação foi publicada em primeira mão por A Tribuna.

Esses presos, por saírem dos presídios durante o dia, trabalharem, andarem de ônibus e voltarem para as prisões, são considerados possíveis vetores do vírus.

Por nota, o Tribunal de Justiça do Espírito Santo disse que a liberação “está sendo realizada de maneira individualizada, criteriosa e responsável pelos magistrados, que observam a gravidade e a periculosidade do interno, levando em consideração não apenas o interesse de preservação da saúde dos internos do sistema prisional, mas também da ordem pública e da segurança de toda a sociedade.”

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