
A vacina é uma das 141 candidatas cadastradas na Organização Mundial de Saúde (OMS) e está entre as 13 que já estão em fase de testes em humanos no mundo.
Os testes da vacina em São Paulo começaram na última sexta-feira (19). Segundo a Universidade de Oxford, pelo menos 5 mil profissionais da saúde participarão das testagens em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Ao todo, 50 mil pessoas serão testadas em todo o planeta. No Brasil, pelo menos 5 mil voluntários entre 18 e 55 anos serão vacinados. A expectativa é anunciar os resultados até setembro e, se tudo correr bem, entregar as vacinas já em outubro.
São recrutadas pessoas que estão na linha de frente do combate à Covid-19, com maior exposição à contaminação e que ainda não contraíram a doença.
A vacina é produzida a partir de uma versão enfraquecida de um adenovírus que causa resfriado em chimpanzés e não causa doença em humanos. A esse imunizante foi adicionado material genético usado na produção da proteína “spike” do Sars-Cov-2 (a que ele usa para invadir célular”, induzindo os anticorpos.
Ela é considerada moderna e “segura” por não utilizar o vírus e sim uma sequência genética.