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Coronavírus

Vitória vai ter 22 médicos voluntários contra a Covid

Atuando como voluntários, 22 médicos irão atender pacientes com suspeita ou confirmação do novo coronavírus (Covid-19) em Vitória e iniciar ...

O cardiologista Hélio de Moraes é um dos voluntários. “Há estudos confiáveis que mostram bons resultados”

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O cardiologista Hélio de Moraes é um dos voluntários. “Há estudos confiáveis que mostram bons resultados” (Foto: Kadidja Fernandes/ AT)

Atuando como voluntários, 22 médicos irão atender pacientes com suspeita ou confirmação do novo coronavírus (Covid-19) em Vitória e iniciar procedimentos para o uso dos medicamentos ivermectina e cloroquina/hidroxicloroquina no tratamento precoce da doença.

Eles se juntarão a outros 29 médicos que já estão no atendimento do novo coronavírus e outras morbidades pelos serviços de telemedicina, através do Fala Vitória 156.

A secretária de Saúde de Vitória, Cátia Lisboa, explicou que esses 22 médicos começarão a atuar de forma gradativa.

Ela salientou que a cloroquina e hidroxicloroquina são liberadas pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), vindas do Ministério da Saúde.

Já a azitromicina e ivermectina são medicamentos padronizados pelo município e adquiridos com recursos próprios e federal.

Sobre a data do início do protocolo, ela disse que será em breve: “A liberação do medicamento depende da Sesa, que nos informou que ainda não tem em estoque”.

A telemedicina funciona todos os dias, inclusive aos finais de semana e feriados, de 8 às 22 horas. Já horários de atendimento variam conforme cada unidade de saúde, sempre a partir das 7 horas.

Com acesso remoto ao sistema, esses profissionais acessam o prontuário eletrônico, fazem a avaliação da história clínica do paciente e decidem sobre a prescrição ou não dos medicamentos.

A receita médica poderá ser impressa pelo paciente ou, caso não seja possível, ele poderá ir em uma unidade de saúde do bairro para pegar o remédio na farmácia.

O cardiologista Hélio Monteiro de Moraes será um dos voluntários. Ele dará parecer sobre pacientes cardíacos, que precisam de análise de exames, por exemplo.

“Aprovo a iniciativa da prefeitura, de assumir um tratamento que já é feito na rede particular. O serviço público precisava se posicionar. Temos estudos confiáveis que mostram bons resultados”.

Quanto ao risco de complicações no uso da hidroxicloroquina para quem é cardíaco, ele esclarece que será analisado o eletrocardiograma antes de definir a prescrição.

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