
O próprio diretor não discordou da empresa, afirmando, em comunicado, que “entende e aceita” a decisão. Alguns integrantes do elenco saíram em sua defesa, como Dave Bautista, que interpreta o Drax, e até mesmo o criador do Thanos, Jim Starlin. Um abaixo-assinado também passou a circular na internet pedindo o retorno de Gunn. Tudo isso, porque seus feitos para a equipe e para a própria Marvel foram fantásticos. Mas, a Disney tem sua razão em primar pelos seus quadros e a postura pública daqueles que os compõem.

Ninguém é insubstituível, como diz a máxima do capitalismo, mas é necessário tomar cuidado com a escalação do substituto para que os personagens não se percam. Além disso, o terceiro longa-metragem faz parte da 4ª fase do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) e, como diz um amigo especialista em HQs e cinema, a tendência é que o estúdio aposte nas batalhas e guerras espaciais, o que dá muito dinheiro (leia-se a franquia Star Wars).

O fato é que, antes mesmo do ocorrido a Gunn, aos Guardiões já cabia missões de suma importância no MCU, o que deve ser intensificado. São elas: cimentar bem o universo espacial que começou no primeiro filme; criar uma ponte para a continuação da 4ª Fase; continuar a boa vendagem de bonecos, como do Groot; e finalizar as principais tramas da equipe, a exemplo do caso entre Peter Quill e Gamora.
Agora, se haverá mais filmes do grupo depois da demissão do diretor? Só a Disney sabe.