
Não que o time tenha virado um supertime. Longe disso. Apesar de a torcida ter gritado até o nome do Paulão (!) no fim da partida. Mas uma derrota em casa para o América/MG traria a certeza de que o Vasco passaria o resto do campeonato brigando para não cair. A vitória, por outro lado, segura a equipe no pelotão de frente e dá um pouco mais de tempo para Zé Ricardo encontrar soluções.
Já disse no post anterior e repito: o Vasco vai ganhar uma nova cara com alguns reforços que estavam dentro do próprio elenco. Kelvin que o diga. Passou 11 meses sem jogar, se recuperou da cirurgia no joelho esquerdo e comeu a bola contra o América/MG.
Giovanni Augusto, Breno — principalmente este — e Ramon são outros nomes que vão acrescentar qualidade ao time titular.
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Viu, Zé Ricardo?
Acho o trabalho do técnico Zé Ricardo normal. Supervalorizado pela turma que adora dizer que “fulano tira leite de pedra”, mas também subvalorizado pelo que fez no Flamengo, que foi uma equipe competitiva na maior parte do tempo sob o seu comando.
Mas, como todo treinador, Zé tem as suas teimosias. No Fla, caiu abraçado a Márcio Araújo. No Vasco, escolheu Bruno Silva. Contra o América/MG, o técnico não escalou o jogador em nenhum momento. Optou por Bruno Cosendey. Muito melhor, não apenas pelo gol! Como eu disse, algumas soluções estão dentro de casa mesmo…
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Milagre

A conta é simples: para não ser eliminado na primeira fase, o Santo tem de vencer os três jogos que faltam! E dois deles são fora de casa (contra Itumbiara e URT)! É milagre, sim. Mas para um time que tem Santo no nome, é ter fé.