
O Brasil não repetiu o nível da média das atuações sob o comando de Tite, que assumiu o time no meio de 2016. O esperado “quadrado mágico” formado por Philippe Coutinho, Willian, Neymar e Gabriel Jesus emperrou. E senti falta também as infiltrações do Paulinho, uma das principais jogadas da Seleção na era Tite.
Culpar as decisões polêmicas da arbitragem é tentar esconder que o time não jogou bem.
Como já era esperado que a Suíça fosse a adversária mais complicada na primeira fase, o empate não é desesperador. Pelo que mostraram Brasil e Suíça, e pelo que não mostraram Sérvia e Costa Rica, brasileiros e suíços devem brigar pelos dois primeiros lugares do Grupo E.
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Protagonistas

Praticamente no último lance do empate entre Brasil e Suíça, Neymar teve uma falta próxima à área adversária para bater. E cruzou a bola na área! Alguém tem dúvida de que, fosse Cristiano Ronaldo ali, a batida iria direto para o gol? Poderia até não entrar, mas ele assumiria o risco. É esse tipo de responsabilidade que espera-se do Neymar com a camisa 10 da Seleção.
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Coadjuvantes
Ainda falando no trio de craques, Neymar é quem tem os melhores coadjuvantes ao seu redor. Chega a ser covardia com o português e o argentino.
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Revanche antecipada
