
Depois, na minha avaliação, vi Romário e Ronaldo Fenômeno serem superiores ao Careca. Foram os três melhores atacantes goleadores que vi jogar.
Dos gringos, Van Basten era “o cara”. Um cracaço, que teve a carreira abreviada por lesões nos tornozelos. Parou com apenas 30 anos de idade.
Mas por que estou citando esses craques? Porque preciso incluir na lista dos melhores que vi jogar um tal de Cristiano Ronaldo. Em qual ordem? Não importa. Mas não tem como tirar o português de qualquer lista que aponte os melhores atacantes de todos os tempos. E digo isso da minha lista ou da lista de qualquer um que goste de futebol.
Estatísticas? Ele tem um monte! Títulos? Uma coleção. Premiações individuais? Não cabem nas estantes.

A Juventus pode não ser campeã da Liga dos Campeões. Mas o que Cristiano Ronaldo fez no meio da semana contra o Atlético de Madrid foi mais uma demonstração incrível da força do craque. Para quem não viu, ou não entendeu: a Juve perdeu o jogo de ida para o Atlético de Madrid por 2 a 0, na Espanha. E precisava de vitória por pelo menos três gols de diferença para se classificar no tempo normal. Venceu por 3 a 0, em Turim, com três gols do Cristiano Ronaldo. Ponto.
Se Messi é extraterrestre, como os próprios boleiros gostam de destacar — e com razão —, Cristiano Ronaldo também não parece deste planeta.
Como seria?

Me pergunto como seria se Ronaldinho Gaúcho e Adriano Imperador tivessem pelo menos 50% do foco do português. Pergunto e respondo: acho que ambos seriam superiores ao CR7. Mas, como não tiveram, ficaram para trás.