
Contra um Corinthians em dia de Olaria, o time rubro-negro rodou, rodou, cruzou mais de 30 bolas na área adversária, e teve só uma chance real de gol. O chute do Paquetá, com ótima defesa do Cássio aos 31 minutos do primeiro tempo, foi a única finalização realmente perigosa.
Afinal, o Flamengo tem solução? Sabe aquele papo de que se você quer um resultado diferente, tem que fazer diferente? Acho que passou da hora de o Barbieri agir assim.
Não deu certo com Dourado, com Uribe, com Lincoln. Paquetá de volante, desde que perdeu a companhia do Vinicius Júnior, deixou de ser decisivo. Acho que está nessa equação a saída para uma classificação para a final da Copa do Brasil e, quem sabe, até uma recuperação na luta pelo Brasileirão.
Reclamar que os adversários se fecham é “mimimi”. Estudioso como aparenta ser, Barbieri tem a obrigação de encontrar saídas.
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Falsa pressão
A pressão que o Fla faz no fim dos jogos é mais no oba-oba. Basta ver que o Réver foi o melhor centroavante do time a partir da metade do segundo tempo contra o Corinthians! Ou alguém acredita que isso é treinado?
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Lamentável

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Que Brasil é esse?
Bernardinho nos deixou mal acostumados com a seleção brasileira masculina de vôlei. Entre os mais de 20 títulos, estão três do Campeonato Mundial (2002, 2006 e 2010). Agora com Renan, que foi ícone da geração de prata, o Brasil não é favorito no Mundial. Estreou com vitória por 3 a 0 sobre o fraco Egito.
A seleção tem grande problema nas pontas, posição na qual tivemos gênios nos anos de ouro: de Tande e Giovanni, passando por Nalbert, Giba e Dante. Nosso craque da posição hoje é o Lucarelli, que está fora por lesão.
Não acredito no tetra, mas estou doido para queimar a minha língua…