Messi fez uma boa Copa do Mundo em 2014. Foi decisivo até onde conseguiu e acabou vice-campeão mundial. Voltou a ser fundamental na última rodada das Eliminatórias, fazendo os gols da vitória sobre o Equador, resultado que classificou a Argentina.
Mas o gênio não foi para a Rússia. Não o gênio que o mundo se acostumou a ver nos últimos 10 anos.
Na primeira rodada, apareceu mais no jogo. Mas perdeu pênalti e a Argentina empatou com a Islândia. Na segunda rodada, desapareceu! Andou em campo e mal tocou na bola. Conseguiu mostrar alguma reação, alguma irritação, somente nos 15 minutos finais da derrota para a Croácia.
A seleção argentina é um amontoado de jogadores perdidos em campo. Muito abaixo da tradição dos nossos rivais. Sampaoli, tão elogiado em outros momentos da carreira, é um fiasco como treinador da Argentina. Escalações confusas, substituições idem.
A eliminação ainda não aconteceu e tudo pode mudar na última rodada. Mas os argentinos e, principalmente Messi, não deixam saudades na Rússia.
Para ser justo, um argentino vai deixar saudades. Maradona é um show à parte no camarote.
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Pontos corridos x mata-mata

Messi, por outro lado, parece estar em outro mundo. Foi excepcionalmente regular nos últimos 10 anos. Mas encara todos os jogos com a mesma postura. A cobrança é que ele não “pede a bola” para resolver. No fim, quase sempre dá certo. Na Copa, não deu. Messi é o campeonato dos pontos corridos…