
Calma, não foi um espetáculo de bola. Mas o time mineiro venceu em casa por 1 a 0, com gol do Thiago Neves. E venceu fora de casa por 2 a 1, com Robinho e Arrascaeta. Duas vitórias e o Fábio não precisou fazer nenhum “milagre”. Isso também é sobrar.
Lembrando a campanha: a Raposa estreou já nas oitavas de final, assim como todos os times que disputaram a Libertadores. Passou por Atlético/PR (oitavas de final), Santos (quartas de final), Palmeiras (semifinal) e Corinthians (final).
São agora seis títulos da Copa do Brasil, o maior vencedor do torneio (1993, 1996, 2000, 2003, 2017 e 2018). Nos últimos cinco anos, quatro conquistas nacionais: as Copas do Brasil de 2018 e 2018 e os Brasileirões de 2013 e 2014! Tá bom?
Pena que, com o título na mão e a vaga garantida na fase de grupos da Libertadores do ano que vem, agora é que o Cruzeiro vai abrir mão de vez do Brasileirão…
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Tá louco, Mano!

Único a vencer duas edições consecutivas, ele tirou onda: “Acho que o pessoal vai ter um pouquinho de tolerância com as minhas maneiras defensivas de jogar. No futebol, nada acontece por acaso. Existem muitas maneiras de se ganhar. Tenho eu estilo e acredito nele, faço os jogadores acreditarem”.
Cada um tem a sua preferência de estilo, tática e leitura de jogo. A “melhor” costuma ser a que vence. Mas que o Mano poderia fazer este Cruzeiro jogar muito mais bola, ah, isso poderia…
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Ainda não

Jair fez um ótimo trabalho no Botafogo. Ficou devendo no Santos. E patina no Corinthians. Qual é o verdadeiro Jair?