
A derrota dói, é claro. Mas não diminui em nada a histórica campanha do Atlético/ES. É o primeiro time do Estado a chegar a uma final nacional/regional e jogou de igual para igual com o Paysandu, que disputa a Série B do Brasileiro. São valores de investimentos muito distantes, mas que dentro de campo não ficaram tão longe assim um do outro.
Mais do que acreditar numa virada lá em Belém (PA) no jogo de volta — dia 16 de maio, no Mangueirão —, o Atlético Itapemirim tem que aproveitar o momento, curtir a final e se divertir. Sim, também é importante saber curtir um momento tão importante assim!
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Sem bem que…
Na primeira fase, o Atlético/ES venceu o Brasiliense fora de casa por 3 a 2 e avançou. Nas quartas de final, fez 3 a 2 fora de casa em cima do Cuiabá e também passou. Na semifinal, derrotou o Luverdense na casa do adversário por 1 a 0. Três jogos e três vitórias como visitante. Dá para acreditar!
Tudo bem que a montanha é mais alta desta vez. O Galo da Vila precisa vencer por pelo menos três gols de diferença — ou dois gols, desde que faça pelo menos três gols (3 a 1, 4 a 2 e assim por diante) —, mas não custa nada sonhar, né?
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O Kleber Andrade

Por outro lado, a “escadaria das lamentações” continua dando o que falar. São 65 degraus que os jogadores têm de subir para chegar ao vestiário! Os caras correm no campo e depois são obrigados a subir a escada. O que acontece, então? Com frequência, os times decidem ficar no gramado no intervalo das partidas. Foi assim na final da Copa Verde e já aconteceu diversas outras vezes no estádio que teve custo inicial previsto em R$ 86 milhões, custou R$ 236 milhões e não ficou pronto.