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Papo do Dias

O melhor e o pior do clássico

O clássico Flamengo x Vasco pela sexta rodada do Brasileirão foi de doer. Pouquíssimas chances reais de gol e um empate justo pelo que as equipes ...

Cuéllar e Kelvin. 19/05/2018

Última atualização

Gol do empate do Vasco, com Wagner (Foto: Paulo Fernandes/Vasco)O clássico Flamengo x Vasco pela sexta rodada do Brasileirão foi de doer. Pouquíssimas chances reais de gol e um empate justo pelo que as equipes (não) mostraram. O Fla perdeu a liderança, mas continua no bolo. O Vasco não foi a moleza que muitos esperavam e vai tentar tirar proveito desse resultado para se reencontrar no campeonato.

É incrível a dificuldade que o Flamengo tem de se impor. Foi assim já no Carioca, quando nem na final chegou. E era o favorito absoluto, por toda a diferença que existe hoje entre o clube rubro-negro e os rivais (financeira, estrutural, política e de força de elenco).

Na Libertadores, está classificado com uma rodada de antecedência. Mas a verdade é que sofreu para enfrentar times fracos como Santa Fe/COL e Emelec/EQU.

No clássico contra o Vasco, de novo teve dificuldades. “Ah, mas eles se fecham quando jogam contra a gente”. Ué, querem que o adversário desenrole um tapete vermelho dentro da área? Martín Silva até fez isso… Mas cabe aos jogadores (e ao Barbieri) encontrarem soluções. Que não são os irritantes passes para os lados do Diego.

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O melhor

Henrique Dourado com a bola (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)Num clássico tão ruim, o melhor momento foi do Henrique Dourado. Ou foi o pior? Pela graça do lance, fico com o melhor. Ele comemorou sozinho, por um bom tempo, o gol no lance que já estava parado antes da finalização do Ceifador. Teve pique em direção à torcida, gesto da ceifada e tudo. Só não valeu…

O melhor em campo? Difícil… Talvez o Éverton Ribeiro, que apanhou bastante.

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O pior

Essa é fácil: o árbitro mineiro Ricardo Marques Ribeiro. Não influenciou diretamente no resultado, mas “amarrou” o jogo o tempo inteiro e permitiu a confusão no fim do clássico. Aí, expulsou quatro. Péssimo.

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O melhor do fim de semana

Despedida do Buffon após 17 anos na Juventus (Foto: Juventus)Essa é moleza também: Buffon. Na coluna sobre a despedida do Júlio César, falei sobre as características de um ídolo. Multiplique por 10 e teremos o Buffon.

Aplausos, cânticos, cartazes, bandeiras, correntes nas redes sociais. Choro, muito choro de torcedores. Beijos e abraços nos colegas e nos adversários.

Foram 17 anos na Juventus. Difícil acreditar que voltaremos a ver um jogador ficar tanto tempo em um clube. Acho até que não deveria defender mais clube algum. E a Juve poderia pensar em aposentar a camisa do goleiro. Seria ele o maior goleiro italiano de todos os tempos?

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