Trabalhar em casa e de carteira assinada já uma realidade para 60 mil empregados de empresas privadas no Estado. Chamada de home office, a modalidade é uma tendência mundial, segundo especialistas, e a quantidade total vem crescendo ano após ano, apesar da falta de reação do mercado de trabalho no País.
O número de pessoas trabalhando dessa forma no Espírito Santo era de 46 mil em 2016 e subiu para 53 mil em 2017, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Levantamento realizado por consultores empresariais e confirmado pela Federação do Comércio do Estado (Fecomércio) aponta que esse quantitativo chegou a 60 mil no ano passado.
Especialistas afirmam que esse trabalho remoto traz vantagens tanto para empresas quanto para empregados, já que elas conseguem deixar de investir em ampliações na estrutura física e os colaboradores passam a ter mais tempo para si e para a família.
Como não há controle de jornada por ponto, nesse tipo de trabalho não incide hora extra e não cabe o pagamento de tempo à disposição para a empresa, lembrou ela, ao explicar que a lei deixa em abeto para empregado e empregador acordarem como será o controle de jornada, que pode ser por horas ou por atividade, por exemplo.
Saiba mais sobre este tema na reportagem especial do Jornal A Tribuna deste domingo (24).
