
Em abril, ela irá para Cingapura concorrer a um prêmio de US$ 100 mil dólares (R$ 324 mil). Ao
todo, serão seis mulheres premiadas entre as 18. Cada ganhadora representará um continente.
Foram inscritos 2.800 projetos, de mais de 100 países, para disputar o prêmio, que tem por objetivo
promover mulheres empreendedoras. Entre os critérios de avaliação estão: criatividade, viabilidade financeira e potencial de crescimento e impacto para a sociedade.
Por sempre acreditar que a tecnologia pode melhorar a vida das pessoas, a cientista relatou que a
ideia de criar um cão-guia robô nasceu em 2011, durante as aulas de robótica que ela ministrava para a turma de uma escola pública em Vitória.
Ela já possuía os conhecimentos da tecnologia necessários para o desenvolvimento. O segundo passo para a concretização do projeto foi conversar com as pessoas para as quais o produto era destinado: os deficientes visuais.
“Conversei com eles, que me passaram as orientações para o que seria necessário”, disse.
Em 2014, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq),
foi criado o cão-guia robô, batizado com o nome de Lysa.
Com apoio de empresários do País, após participação no programa Shark Tank, do Canal Sony
Brasil, Neide fundou no ano passado, na Serra, a startup Vix System.